Thursday, July 30, 2020

Fernanda - parte dois



Quatro da tarde.
Combinamos de nos encontrar no estúdio.
Ela chega e me abraça forte. Me segura pela nuca. Me olha nos olhos e exclama.

- Estava com saudade!

Eu a beijo com carinho e a convido para ir à minha casa. Ela sorri e responde sem demora 'vamos já'.

Em casa, subimos com pressa para o meu quarto. 
Eu fecho a porta e a janela, acendo o abajur. Me deito na cama com os cotovelos me apoiando, e de pernas abertas, a chamando para se aproveitar de mim.
Ela atende ao meu pedido. Deita-se em cima de mim e me beija com vontade, com força.
Não me aguento. Imediatamente coloco as mãos dentro da blusa dela, e a seguro pela cintura. 
Ela, obviamente, geme. 
Era o tal do ponto fraco dela, que eu já conhecia, e fazia questão de abusar. 
Mas ela também sorri. E eu não perco a oportunidade de fazer piadinhas fora de hora. 
Mas o que eu não sabia era que eu acabava de encontrar uma parceira com respostas prontas e aniquiladoras. Funcionava quase como um 'cala a boca' pra mim.

- Nossa! Como você é facinha!
- Pra você eu sou mesmo... - Ela responde de olhos fechados.

Fico muda por uns segundos. Mas ainda tento fazer melhor.

- E é sempre assim? Rapidinha?
- Eu não tenho tempo pra joguinhos, Sucri. Posso tirar a blusa? - E gemia...

Tudo bem! Ela havia me vencido. Não tem como falar não a uma pergunta dessas. Ainda mais, se tratando de Fernanda. Deliciosa! 

Fernanda, 1,70 de pura gostosura. Cabelos originalmente castanhos que misteriosamente se transformavam em dourado expostos ao Sol. Uma boca rosada que acompanha um dos sorrisos mais lindos que já vi. As sobrancelhas grossas para afirmar o olhar fatal que mexe comigo e tantas outras mulheres. 
E para suavizar, olhos 'amendoados' como diria minha irmã. Olhos lindos, lindos!

Então ela tira. Puxa minha blusa pra cima e ameaça puxar meu sutiã. Pra dar uma espiada, sabe como é. 
Só ameaça. Neste momento ela para de gemer, se mexer, e fica quietinha, me fazendo carinho. Tocando e olhando meus seios cobertos, ela morde a boca. De repente me olha nos olhos e com um sorriso maravilhoso no rosto repete.

- Você é muito gostosa! Como pode?

E não me dá chance de resposta. Se deita de novo em cima de mim e me beija com força. Com vontade. 
Sem demora, passa a me tocar na cintura, nas costas, e enfia a mão por dentro da minha calça.

- Tira?
- Não.
- Ah Sucri, só um pouquinho vai.
- Não.
- Por que não?
- Tira a sua que eu tiro a minha.
- Tá bom!

Ops. Foi mais rápido que eu imaginava. Ela deita do meu lado e tira a calça sem cerimônias.

- Pronto, agora você.
- Não.
- Mas você prometeu!
- Eu menti.
- Não vale.
- Lógico que vale!

Ela insiste. Segura minha calça pelo cós e puxa pra baixo.

- Deixa vai.
- Não.
- Tira essa calça! - Fala num tom mais sério, mas no final dá risada do próprio tom autoritário.

Briga comigo, como se brigasse com uma criança.

- Não! Outro dia quem sabe, deixa no gelo.
- Que mané gelo o que! Deixa eu te sentir vai. - Toda manhosa.

Ela então começa a formular uma explicação viável para que nós duas, nesse momento pudéssemos transar. Falava algo sobre o pouco tempo que tinha, e que eu iria me arrepender. É claro que era só curtição da minha parte. Enquanto ela falava eu tirava a calça tentando não deixar ela perceber. 
De supetão, me encosto nela. Novamente a faço parar de falar e começar a gemer. Ela agora sussurra.

- Meu Deus! Como você é gostosa!
- O que você tava falando?
- Ahn? Não sei, perdi o fio da meada.
- Continua.
- Não quero mais. Hmm, vem cá!

E me puxa forte de encontro a ela. 

- Você é toda quentinha...

Eu adoro elogios que vem dela. Aquela mulher. Deliciosa, carinhosa, verdadeira, linda e suave. Elogios são como chocolate branco pra mim, quase me faz gozar.

Ela me quer em cima dela, eu a quero em cima de mim. 
Ela me puxa pra cima dela e me faz gozar.

E quando eu deito do lado dela, ela me abraça novamente e me faz carinho. Me olha nos olhos.
Eu deslizo minha mão pelas costas dela. Quase sem encostar os dedos em sua pele. 
Ela treme. Geme. Me aperta. E não se segura.

Fernanda senta e prende os cabelos em ‘rabo de cavalo’. Eu já havia sido avisada sobre isso. Fonte segura garantia que era ali que eu deveria começar a ter medo.
Uma outra Fernanda estaria comigo agora, uma mais determinada, mais séria.
Como uma Dominatrix chicoteando seu escravo.

Ela se impõe. Senta em cima de mim. Me olha nos olhos e avisa que está no comando.
Eu apenas a observo. Deixo que ela mande em mim. Ela se mexe devagar e me segura pelos ombros.
Não demora a fechar os olhos e morder a boca. Franzir a testa. E fazer uma voz diferente.

Eu adoro a voz diferente dela. Adoro tudo! Adoro a voz forte, os sussurros, e nesses momentos, a outra voz que eu insisto em chamar de 'voz de menininha'.
Ela odeia. Fala que é mentira. Que não tem voz de menininha coisa nenhuma! Que não se escuta falando assim. 
Mas ela muda sim o tom de voz, e nem percebe. É uma voz deliciosa. Principalmente quando geme. 

Ela goza e me faz gozar. Definitivamente, me faz gozar!

- Você inclina o corpo e fecha os olhos quando... - ela fala meio envergonhada.
- Quando...?
- Você sabe. Quando eu te faço carinho.

Ela se vira de costas e se encolhe abraçando o travesseiro. Eu me sinto tentada a encostar nela, mas me lembro dela me falando que não gosta disso. Se sente desconfortável.
Não resisto. Aquele corpo maravilhoso, com aquela pele macia e quentinha, aqueles cabelos cheirosos assim na minha frente. 
Encosto nela devagar, não quero assustar. Mantenho minha cabeça apoiada pelo braço direito e com o esquerdo faço carinho nas costas dela. Bem devagar. 
Beijo a nuca dela, e ela se arrepia. Passo a minha boca molhada pela nuca, ombros, e pescoço dela. 
Ela sorri e vira só a cabeça pra me beijar. Continuo por um tempo acariciando sua nuca costas e os ombros. E me afasto brincando.

- Pensei que você não gostasse de ninguém atrás de você.
- É, eu tava pensando nisso. - ela começa a se virar pra mim. - mas estava tão gostoso.

Eu sinto vontade de beija-la até a noite seguinte.

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